quinta-feira, 31 de maio de 2012

luzlux , o blog do Pr. Jair. B. Lima: A nocividade da calúnia

luzlux , o blog do Pr. Jair. B. Lima: A nocividade da calúnia

segunda-feira, 28 de maio de 2012

A nocividade da calúnia

1- O perigo


Um conhecido cristão declarou,em certa ocasião: "Duas coisas me deixam admirado.Primeira; a solenidade com que a Bíblia adverte contra os pecados da difamação e da maledicência. Segunda; a leviandade com que muitos cristãos os toleram ". É raro encontrarmos nas escrituras uma linguagem tão severa quanto a que ela emprega com respeito ao uso da língua.
Ela é comparada a uma fagulha que pode incendiar uma floresta inteira.É como o leme,que,mal conduzido,pode lançar um navio contra as rochas,não obstante estar cheio de valentes guerreiros;é como o veneno,que pode contaminar o corpo inteiro;é como o animal selvagem,o ser humano não consegue domesticar (Tg 3:4-8).
Ora,espera-se do verdadeiro cristão que ele não profira uma calúnia.E não se prontifique a ouvi-la. O padrão, na verdade é que ele até se recuse a aceitar afronta contra o seu próximo (Sl 15: 3c).
Portanto,se alguém,que tem reputação de passar adiante coisas como se fossem verdade,vier lhe contar num boato a respeito de um amigo,você será imediatamente confrontado com o dever de ser honesto consigo mesmo,com seu amigo e com DEUS. Antes de permitir que a pessoa fale recorde-a que o seu Mestre lhe recomendou ter cuidado com tudo que ouvir (Mc 4:24). Você então  poderá fazer à pessoa estas duas perguntas: "Se eu ouvir essa informação,isso irá ajudar o meu amigo ausente ?; Deus será glorificado com isso ?".
Mas agora vamos presumir que você tomou conhecimento de algo que deponha contra alguém.Então o seu dever é seguir o que está escrito em Deuteronômio 13:12-14.
Esta passagem revela quão justos Deus quer que sejamos com relação a qualquer pessoa a respeito de quem circule alguma notícia.Ele diz ao seu povo que,se ouvirem falar que algumas pessoas estão introduzindo a idolatria na terra,eles devem fazer três coisas: inquirir,informar-se e perguntar com diligência.
Se após a investigação for constatado que a notícia é verdadeira e que tal abominação de fato , aconteceu,então devem tomar uma atitude.
Quantos corações feridos e lares desfeitos poderiam ser salvos se esse conselho de céu fosse  sempre seguido !
Uma irmã sábia tinha um bom método para lidar com os boateiros.Sempre que lhe contavam alguma coisa que denegrisse alguém,a sua resposta invariavelmente era: "Venha ,vamos la  saber se isso é mesmo verdade". O efeito às vezes era tristemente engraçado,o fofoqueiro voltava atrás,gaguejava uma correção ou implorava que ela não tomasse o que fora dito como uma afirmação.Mas ela se mostrava inflexível. Levava  o propagador de escândalos à presença da pessoa difamada a fim de comparar as informações.Isso fazia com que ninguém se aventurasse segunda vez a contar fofoca a essa irmã.
Mas se a informação for verdadeira? Mesmo que comprovada,com a repetição desnecessária você estará violando a lei cristã do amor.


2- O remédio


A primeira coisa a reconhecer é que essa é uma tarefa que por esforço próprio,não conseguiremos cumprir -- " Nenhum homem pode domar a língua "  No entanto,aquilo não podemos fazer DEUS pode: renove o propósito de sujeitar-se ao controle dele,e então procure um lugar sossegado,onde possa ficar a sós com Ele,quando poderá tomar as seguintes resoluções:

a)    Jamais falar mal de ninguém (Tt 3:2)

Em juízo críticos feitas na ausência ,não vá além do que você diria se a pessoa estivesse presente.
Depois que Platão deixou Siracusa pela ultima vez,desgostoso com a crueldade de Dionisio,o jovem,esse tirano,apreensivo com a própria reputação na Grécia,disse: " Devo presumir,Platão,que quando você retornar para os seus companheiros da academia,as minhas falhas serão muitas vezes o alvo de sua censura ". Ao que o grande filósofo replicou: " Eu espero,Dionisio,que nunca fiquemos tão perdidos em nossos assuntos a ponto de precisarmos mencioná-los ".

b)    Em nossos círculos de comunhão,devemos desencorajar severamente os fofoqueiros.

Sobre uma mesa na casa de Agostinho,havia uma inscrição:  "Aquele que tem prazer em difamar os ausentes,saiba que esta mesa lhe está vetada".

c)     Sempre cultivar bons pensamentos a respeito de todos (Fm 6)

Quando um homem mede a si mesmo na presença de Deus,e quando olha para os seus companheiros de peregrinação através dos olhos do Mestre,ele irá se sentir como um certo poeta quando declarou: "Existe tanto o bem no pior de nós quanto existe o mal no melhor de nós".
Em I Corintios 13,o maravilhoso capítulo do amor,temos uma cura positiva para todas as coisas desagradáveis nas quais eventualmente temos pensado. Devemos ler eventualmente essa passagem de joelhos!
Façamos de Salmos 141:3 a nossa oração diária:
         Põe guarda,Senhor,à minha boca;vigia a porta dos meus lábios (ERA)

E do salmo 34 a nossa prática cotidiana:

          Quem é o homem que deseja a vida, quem quer largos dias para a ver o bem?
           Guarda a tua língua do mal e os teus lábios de falarem o engano (vs.12 e 13)

                                                              
                                                                        ( extraído de Praying Brethren Mail)

segunda-feira, 5 de março de 2012

Lição do Conselho Constitucional da França




Ives Gandra Martins

Idêntica questão proposta ao Supremo Tribunal Federal sobre a união entre pessoas do mesmo sexo foi colocada ao Conselho Constitucional da França, que, naquele país, faz as vezes de Corte Constitucional.
Diversos países europeus, como a Alemanha, Itália, Portugal têm suas Cortes Constitucionais, à semelhança da França, não havendo no Brasil Tribunais exclusivamente dedicados a dirimir questões constitucionais em tese, embora o Pretório Excelso exerça simultaneamente a função de Tribunal Supremo em controle difuso, a partir de questões pontuais de direito constitucional, e o controle concentrado, em que determina, “erga omnes”, a interpretação de dispositivo constitucional.
Pela Lei Maior brasileira, a Suprema Corte é a “guardiã da Constituição” – e não uma “Constituinte derivada” -, como o é também o Conselho Constitucional francês: apenas protetor da Lei Suprema.
Ora, em idêntica questão houve por bem o Conselho Constitucional declarar que a união entre dois homens e duas mulheres é diferente da união entre um homem e uma mulher, esta capaz de gerar filhos. De rigor, a diferença é também biológica pois, na união entre pessoas de sexos opostos, a relação se faz com a utilização natural de sua constituição física preparada para o ato matrimonial e capaz de dar continuidade a espécie. Trata-se, à evidência, de relação diferente daquelas das pessoas do mesmo sexo, incapazes, no seu contato físico, porque biologicamente desprovidas da complementariedade biológica, de criar descendentes.
A Corte Constitucional da França, em 27/01/2011, ao examinar a proposta de equiparação da união homossexual à união natural de um homem e uma mulher, declarou: “que o princípio segundo o qual o matrimônio é a união de um homem e de uma  mulher, fez com que o legislador, no exercício de sua competência, que lhe atribui o artigo 34 da Constituição, considerasse que a diferença de situação entre os casais do mesmo sexo e os casais compostos de um homem e uma mulher pode justificar uma diferença de tratamento quanto às regras do direito de família”,entendendo, por consequência, que: “não cabe ao Conselho Constitucional substituir, por sua apreciação, aquela de legislador para esta diferente situação”.Entendendo que só o Poder Legislativo poderia fazer a equiparação, impossível por um Tribunal Judicial, considerou que “as disposições contestadas não são contrárias a qualquer direito ou liberdade que a Constituição garante”.
Sem entrar no mérito de ser ou não natural a relação diferente entre um homem e uma mulher daquela entre pessoas do mesmo sexo, quero realçar um ponto que me parece relevante e que não tem sido destacado pela imprensa, preocupada em aplaudir a “coragem” do Poder Judiciário de legislar no lugar do “Congresso Nacional”, que teria se omitido em “aprovar” os  projetos sobre a questão aqui tratada.
A questão que me preocupa é este ativismo judicial, que leva a permitir que um Tribunal eleito por uma pessoa só substitua o Congresso Nacional, eleito por 130 milhões debrasileiros, sob a alegação de que além de Poder Judiciário, é também Poder Legislativo, sempre que considerar que o Legislativo deixou de cumprir as suas funções. Uma democracia em que a tripartição de poderes não se faça nítida, deixando de caber ao Legislativo legislar, ao Executivo executar e ao Judiciário julgar, corre o risco de se tornar ditadura, se o Judiciário, dilacerando a Constituição, se atribua poder de invadir as funções de outro.
E, no caso do Brasil,nitidamenteo constituinte  não deu ao Judiciário tal função, pois nas “ações diretas de inconstitucionalidade por omissão” IMPÕE AO JUDICIÁRIO, APESAR DE DECLARAR A INÉRCIA CONSTITUCIONAL DO CONGRESSO, intimá-lo, sem prazo e sem sanção para produzir a norma.
Ora, no caso em questão, a Suprema Corte incinerou o § 2º do art. 103, ao colocar sob sua égide um tipo de união não previsto na Constituição, como se poder legislativo fosse, deixando de ser “guardião” do texto supremo para se transformar em “Constituinte derivado”.
Se o Congresso Nacional tivesse coragem poderia anular tal decisão, baseado no artigo 49, inciso XI da CF, que lhe permite sustar qualquer invasão de seus poderes por outro poder, contando, inclusive, com a garantia das Forças Armadas (art. 142 ‘caput’) para garantir-se nas funções usurpadas, se solicitar esse auxílio.
Num país em que os poderes, todavia, são de mais em mais “politicamente corretos”, atendendo o clamor da imprensa – que não representa necessariamente o clamor do povo -, nem o Congresso terá coragem de sustar a invasão de seus poderes pelo Supremo Tribunal Federal, nem o Supremo deixará, nesta sua nova visão de que é o principal poder da República, de legislar e definir as ações do Executivo, sob a alegação que oferta uma interpretação “conforme a Constituição.” A meu ver, desconforme, no caso concreto, pois contraria os fundamentos que embasam a família (pais e filhos), como entidade familiar.
É uma pena que a lição da Corte Constitucional francesa de respeito às funções de cada poder, sirva  para um país, cuja Constituição e civilização – há de se reconhecer – estão há anos luz adiante da nossa, mas não encontre eco entre nós.
Concluo estas breves considerações de velho professor de direito, mais idoso do que todos os magistrados na ativa no Brasil, inclusive da Suprema Corte, lembrando que, quando os judeus foram governados por juízes, o povo pediu a Deus que lhes desse um rei, porque não suportavam mais serem pelos juízes tutelados (O livro dos Juízes). E Deus lhes concedeu um rei.
*IVES GANDRA DA SILVA MARTINS, é advogado tributarista, professor e prestigiado jurista brasileiro; acadêmico das: Academia Internacional de Cultura Portuguesa, Academia Cristã de Letras e Academia de Letras da Faculdade de Direito da USP; Professor Emérito das universidades Mackenzie, CIEE/O, ECEME e Superior de Guerra – ESG; Professor Honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia); Doutor Honoris Causa da Universidade de Craiova (Romênia) e Catedrático da Universidade do Minho (Portugal).

sábado, 3 de março de 2012

Legalismo. (atos 15:1:21)

"....Salvos pela graça do Senhor Jesus " (11)

A mensagem do evangelho parece surpreender! Como é que DEUS nos pode amar,perdoar e aceitar, sem que antes nós nos submetemos e determinadas regras? Assim, acontece que pessoas bem intencionadas começam acrescentar algo além da simples resposta de arrependimento e fé que DEUS exige. Vejamos como quatro lideres importantes enfrentaram semelhante problemas, sendo que Paulo e Barnabé possivelmente deram contribuição mais cara (1-4,12).

- Confrontação direta (2)- nunca fácil, mas às vezes necessária.

 - Viagem dispendiosa (3)- mas valeu a pena

 - Franqueza (4)- sem conspirar, conversaram francamente antes do debate.

-Comprovação de experiência (12)- não era possível negar o que DEUS fazia.

-Apoio  (7-11): Pedro e Paulo nem sempre estavam de acordo, mas neste momento difícil Pedro deu todo o apoio a Paulo

- Sabedoria de dirigente (13-21). Tiago resume:
a) Com o apoio das escrituras (15-18). Os ouvintes judeus precisavam do lembrete.

b) Com cuidado para com os gentios (19). Não podiam dificultar as coisas.

c) Com cuidado para com os judeus (20). Não podiam ofender o judeu.

O resultado foi uma conclusão sábia, pacíficas e definitiva. Custou tempo, trabalho e humildade. Como poderemos agir de forma semelhante?

  

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

"Deixai vir a mim as crianças, porque delas é o Reino dos Céus" (Mt 19:13-15)


"Deixai vir a mim as crianças, porque delas é o Reino dos Céus"
Para refletirmos sobre a leitura de hoje devemos nos colocar no lugar de cada personagem que faz parte deste evangelho. Primeiro podemos nos ver como as pessoas que "levaram crianças a Jesus, para que impusesse as mãos sobre elas e fizesse uma oração". Entretanto, muitas vezes ao invés de sermos canais de graça e de nos responsabilizarmos pela vida destas pequenas crianças (sejam elas nossos filhos ou alguma criança que visitamos em hospitais e orfanatos) somos iguais aos discípulos que pensam ser os donos da verdade e que sabem o que é o melhor para cada situação, agindo com repreensão e arrogância. Quantas vezes estas atitudes estão presentes em nossas casas, faltando o cuidado, o zelo e o amor e sobrando a repreensão desmedida, a autoridade exagerada e a arrogância que o falso poder traz consigo. Sigamos então, agora, o exemplo de Jesus que com sublime amor diz:"Deixai as crianças e não as proibais de vir a mim, porque delas é o Reino dos Céus".  Jesus conhece o íntimo dos corações e constantemente está a interceder e orar por nós, com suas mãos santas impostas e desejando que sejamos iguais as crianças: inocentes, puras, sem rancor, orgulho, ódio ou julgamento. Simplesmente vivendo o amor e a alegria; chorando nas quedas mas aceitando uma mão amiga para levantar e andar novamente, aceitando amigos sem interesses e reconhecendo o amor no olhar dos pais.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Quando os lobos atacam as ovelhas


 
Por Hernandes Dias Lopes
O apóstolo João, em sua segunda carta, versículos 7 a 11, fala acerca de três perigos que a igreja enfrenta em relação aos falsos mestres e enganadores, que como lobos, espreitam as ovelhas de Cristo. Os falsos mestres sempre existiram e sempre procuraram se infiltrar no meio do rebanho para atacar as ovelhas. Esses enganadores negam, por exemplo, as verdades essenciais da fé cristã, como a encarnação de Cristo e sua morte vicária na cruz. Eles têm o mesmo espírito do anticristo e vêm para preparar seu caminho (2Jo 7). Esses lobos nem sempre colocam as unhas de fora. Na maioria das vezes, travestem-se de ovelhas para entrar no aprisco e devorá-las. Que cautela a igreja precisa ter? Quais são os perigos que precisamos evitar para não sermos atacados por essa alcateia de lobos?
1. O perigo de tornar atrás (2 Jo 8). 
João alerta aos crentes para ficarem atentos a fim de não retrocederem e não perderem aquilo que foi realizado com esforço pelos verdadeiros obreiros de Deus. Quem retrocede na fé, quem escuta a voz dos falsos mestres e quem se afasta da igreja do Deus vivo para dar ouvidos às heresias perniciosas dos falsos mestres rifa sua própria alma no balcão do engano. O apóstolo João recomenda cautela, pois os falsos mestres não se apresentam como tal. Eles vêm com voz suave. São simpáticos, atraentes, bons comunicadores. Parecem sempre estar na frente, trazendo revelações novas e espetaculares. Mas, sorrateiramente ou mesmo explicitamente negam as verdades fundamentais da fé cristã e desconstroem os pilares do cristianismo. Seguir esses aventureiros é desviar-se da fé, é mergulhar na escuridão da mentira de Satanás e colocar os pés no caminho largo que conduz à perdição.
2. O perigo de ir além (2 Jo 9). 
Os falsos mestres sempre ficam aquém das Escrituras ou vão além delas. Eles ultrapassam a doutrina de Cristo. Não têm a Palavra de Deus como única regra de fé e prática. Acrescentam à Bíblia alguma nova revelação. Ao fazerem isso, negam a veracidade e a suficiência das Escrituras. Negam também a Pessoa e a obra perfeita e completa de Cristo. Negam a salvação pela graça e introduzem mentiras perniciosas, fazendo-as passar pela última verdade a que todos os homens devem se render. O apóstolo Paulo já havia alertado aos crentes da Galácia que ainda que um anjo de Deus viesse do céu para pregar outro evangelho, além daquele que foi pregado, deveria ser rejeitado veementemente. Só há um evangelho. Só há uma mensagem salvadora. Buscar outros caminhos, outras fontes e outras revelações é cair num abismo trevoso, é desviar-se da verdade, é apostatar-se da fé.
3. O perigo de ir junto (2 Jo 10,11). 
O apóstolo João é enfático em dizer que não podemos receber em nossa casa aqueles que trazem em sua bagagem a falsa doutrina, aqueles que negam nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo como nosso único e suficiente Salvador e Senhor. Não podemos dar as boas vindas a esses lobos travestidos de ovelhas, pois fazer isso é tornar-se cúmplice de suas obras más. Os falsos mestres são incansáveis em sua jornada de morte. Eles são itinerantes. Batem de porta em porta e buscam sempre uma oportunidade para enredar alguém com sua astúcia. A única forma de mantermos esses lobos fora do aprisco, longe das ovelhas e distante da nossa casa é firmarmo-nos na verdade. Sem o conhecimento das Escrituras, não teremos discernimento necessário para distinguir entre o lobo e a ovelha, entre a verdade e a mentira, entre o verdadeiro evangelho e o falso evangelho. Nesse tempo em que a sociedade organizada, por meio de suas mais respeitadas instituições, conspiram contra os valores espirituais e morais que devem reger a família. Nesse tempo em que florescem como cogumelo novas seitas bem como novas igrejas introduzindo novidades estranhas às Escrituras, arrebatando multidões aos seus redutos, precisamos nos acautelar e dar ouvidos à exortação do apóstolo João: Não torne atrás! Não vá além da doutrina! Não caminhe junto com os falsos mestres!