terça-feira, 1 de novembro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
Egoísmo, Egocentrismo e Egolatria
EGOÍSMO, EGOCENTRISMO E EGOLATRIA
Vivemos em um mundo de egoísmo, egocentrismo e egolatria. Egoísmo porque as pessoas só pensam em si mesmas e egocentrismo porque querem que tudo as agrade e que todos a elas se submetam. A egolatria acaba sendo o resultado dessa filosofia de vida que tem seu sustento no hedonismo de nosso tempo mas também em nossa fraqueza espiritual.
A maioria dos dicionários define egolatria como sendo ‘adoração de si próprio.’ Alguns vão além e incluem ‘sentimento excessivo da própria personalidade ou tendência a monopolizar a atenção, mostrando desconsideração pelas opiniões alheias.’ Eu vou mais longe e defino egolatria como sendo ‘a diminuição do domínio do Espírito Santo em minha vida através de um viver que despreza os valores bíblicos e exalta a vontade própria.’ Tenho visto que muitos cristãos assumiram um viver distante de Deus e totalmente independente. A eles fica a orientação do Apóstolo Paulo: “não apaguem o Espírito” (1 Tessalonicenses 5:19). Em vez de uma vida plena do Espírito (Efésios 5:18) eles abafam a ação de Deus em suas vidas e tem um comportamento descomprometido com a Palavra de Deus, Igreja e ética cristã. Isso acaba resultando na egolatria que se manifesta tanto na sutileza de uma ação que poucos vêem como em escancaradas demonstrações de culto ao ego que acontecem até dentro da Igreja de Jesus Cristo.
A egolatria começa com a exaltação da vontade própria que pode ser definida como egoísmo. Aos poucos a pessoa começa a olhar para si mesma e a se sentir demasiadamente merecedora ou absolutamente correta. Imagino que foi pensando em gente assim que o apóstolo Paulo escreveu: “Por isso, pela graça que me foi dada digo a todos vocês: Ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, ao contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu” (Romanos 12:3). A Bíblia Viva prefere a expressão “sejam honestos na avaliação de si mesmos.” Não sei se é falta de honestidade ou desequilíbrio, mas muitos olham para si mesmos e acabam concluindo que apenas eles estão certos. Amam apenas a si mesmos e às suas coisas. Incluem no máximo a família ou os amigos mais chegados. Os outros todos estão errados. A egolatria está bem perto de nascer em seus corações.
O egoísmo aos poucos dá lugar ao egocentrismo. Por se julgarem melhores e estarem sempre corretos logo esperam que todos ao seu redor concordem com suas idéias. Esperam que suas palavras sejam consideradas sempre com maior atenção e apreço. Começam a construir um ‘universo próprio’ que gira em torno de seu ego. Nessa fase a vaidade é alimentada pela carnalidade e o senhorio de Jesus Cristo é colocado em segundo plano. A pessoa começa a selecionar os textos da Bíblia que concordam com seu ‘universo’ – ou seja: estilo de vida, pensamentos e comportamento. Os textos que confrontam esse ‘universo’ por não fazerem parte da vontade de Deus expressa na Palavra são totalmente desprezados e em alguns casos até substituídos por interpretações que confirmam o egocentrismo e rechaçam a Palavra do Senhor. Agora a pessoa está literalmente construindo um império pessoal onde todos são vistos ou como uma ameaça ou então súditos que devem obedecer, caso contráriou então serão punidos das maneiras mais criativas possíveis que envolvem desde o desprezo até o total desrespeito e em casos extremos a violência física. A egolatria já está presente não apenas no coração mas também nas palavras e comportamento.
A egolatria se apresenta como o final de um processo que excluiu totalmente o domínio do Senhor e o anseio por uma vida que faz a vontade Dele. Muitas vezes o discurso cristão ainda pode ser visto – em especial em demonstrações emocionais durante a adoração ou até mesmo em uma mensagem – mas a prática já foi abandonada há muito tempo. Se o coração tem um trono, ele nesse estágio estará ocupado pelo ego que com um cetro na mão busca súditos que possam engrandecê-lo, elogiá-lo e obedecê-lo. Deus agora é apenas um provedor que pode ser pressionado pelos cantos e cede á qualquer pressão psicológica acompanhada por rituais religiosos que não combinam com um coração quebrantado e contrito que é aceito por Deus de maneira agradável (Salmo 51:17). Os meios agora se tornam fins e todo tipo de atitude que promova o ego ou que dê vantagens sobre os outros se mostram aceitáveis. O coração de servo não existe e portanto não há qualquer aproximação com o exemplo de Jesus Cristo que se fez servo, semelhante aos homens (Filipenses 2:7). Nesse estágio o comportamento assumido é totalmente oposto ao que recomenda a Palavra de Deus quando diz: “Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses,mas também dos interesses dos outros” (Filipenses 2:3, 4). Na egolatria acontece exatamente o contrário: a pessoa faz tudo por vaidade e egoísmo, não tem humildade, considera todos inferiores e cuida apenas de seus próprios interesses. As pessoas se tornam objetos manipuláveis e estruturas, sejam elas eclesiásticas, sociais ou familiares são usadas de maneira a alimentar o ego, ainda que resultem no prejuízo do Reino de Deus.
A egolatria é pecado. Não podemos fazer de nós mesmos senhores, colocando Jesus em segundo plano. Também não cabe a nós cultuarmos nossos próprios pensamentos ou posturas como se eles estivessem absolutamente corretos. Lembremos de que somos pó e pecadores.
A única arma capaz de vencer a egolatria é a submissão total a Cristo aliada à humildade e coração de servo. Sobre esse tema escreverei em nosso próximo informativo. Até lá avaliemos nosso comportamento e se percebermos traços nítidos de egoísmo e egocentrismo é momento de nos quebrantarmos diante de Deus e pedirmos a Ele a mesma humildade que foi vista em Jesus, que tendo de tudo para cultuar a si mesmo preferiu adorar o Pai e manter-se obediente a Ele até a morte, e morte de cruz.
Guilherme de Amorim Ávilla Gimenez
Pastor titular da Igreja Batista Betel
sexta-feira, 29 de julho de 2011
O “complexo Deus” da modernidade

A crise atual não é apenas de escassez crescente de recursos e de serviços naturais. É fundamentalmente a crise de um tipo de civilização que colocou o ser humano como “senhor e dono” da natureza (Descartes)
A crise atual não é apenas de escassez crescente de recursos e de serviços naturais. É fundamentalmente a crise de um tipo de civilização que colocou o ser humano como “senhor e dono” da natureza (Descartes). Esta, para ele, é sem espírito e sem propósito e por isso pode fazer com ela o que quiser.
Segundo o fundador do paradigma moderno da tecnociência, Francis Bacon, cabe ao ser humano torturá-la, como o fazem os esbirros da Inquisição, até que ela entregue todos os seus segredos. Desta atitude se derivou uma relação de agressão e de verdadeira guerra contra a natureza selvagem que devia ser dominada e “civilizada”. Surgiu também a projeção arrogante do ser humano como o “Deus” que tudo domina e organiza.
Devemos reconhecer que o Cristianismo ajudou a legitimar e a reforçar esta compreensão. O Gênesis diz claramente: “enchei a Terra e sujeitai-a e dominai sobre tudo o que vive e se move sobre ela” (1,28). Depois se afirma que o ser humano foi feito “à imagem e semelhança de Deus” (Gn 1,26). O sentido bíblico desta expressão é: o ser humano é lugar-tenente de Deus e como Este é o senhor do universo, o ser humano é senhor da Terra. Ele goza de uma dignidade que é só dele, o de estar acima dos demais seres. Dai se gerou o antropocentrismo, uma das causas da crise ecológica. Por fim, o estrito monoteísmo retirou o caráter sagrado de todas as coisas e o concentrou só em Deus. O mundo, não possuindo nada de sagrado, não precisa ser respeitado. Podemos moldá-lo ao nosso bel-prazer. A moderna civilização da tecnociência encheu todos os espaços com seus aparatos e pôde penetrar no coração da matéria, da vida e do universo. Tudo vinha envolto pela aura do “progresso”, uma espécie de resgate do paraíso das delícias, outrora perdido, mas agora reconstruído e oferecido a todos.
Esta visão gloriosa começou a ruir no século XX com as duas guerras mundiais e outras coloniais que vitimaram duzentos milhões de pessoas. Quando se perpetrou o maior ato terrorista da história, as bombas atômicas lançadas sobre o Japão pelo exército norte-americano, que matou milhares de pessoas e devastou a natureza, a humanidade levou um susto do qual não se refez até hoje. Com as armas atômicas, biológicas e químicas construídas depois, nos demos conta de que não precisamos de Deus para concretizar o Apocalipse.
Não somos Deus e querer ser “Deus” nos leva à loucura. A idéia do homem como “Deus” se transformou num pesadelo. Mas ele se esconde ainda atrás do “tina” (there is no alternative) neoliberal: “não há alternativa, este mundo é definitivo.” Ridículo. Demo-nos conta de que “o saber como poder” (Bacon) quando feito sem consciência e sem limites éticos, pode nos autodestruir. Que poder temos sobre a natureza? Quem domina um tsunami? Quem controla o vulcão chileno Puyehe? Quem freia a fúria das enchentes nas cidades serranas do Rio? Quem impede o efeito letal das partículas atômicas do urânio, do césio e de outras liberadas, pelas catástrofes de Chernobyl e de Fukushima? Como disse Heidegger em sua última entrevista ao Der Spiegel: ”só um Deus nos poderá salvar”.
Temos que nos aceitar como simples criaturas junto com todas as demais da comunidade de vida. Temos a mesma origem comum: o pó da Terra. Não somos a coroa da criação, mas um elo da corrente da vida, com uma diferença, a de sermos conscientes e com a missão de “guardar e de cuidar do jardim do Eden” (Gn 2,15), quer dizer, de manter a condições de sustentabilidade de todos os ecossistemas que compõem a Terra.
Se partimos da Bíblia para legitimar a dominação da Terra, temos que voltar a ela para aprender a respeitá-la e a cuidá-la. A Terra gerou a todos. Deus ordenou: “Que a Terra produza seres vivos, segundo sua espécie”(Gn 1,24). Ela, portanto, não é inerte, é geradora e é mãe. A aliança de Deus não é apenas com os seres humanos. Depois do tsunami do dilúvio, Deus refez a aliança “com a nossa descendência e com todos os seres vivos” (Gn 9,10). Sem eles, somos uma família desfalcada.
A história mostra que a arrogância de “ser Deus”, sem nunca poder sê-lo, só nos traz desgraças. Baste-nos ser simples criaturas com a missão de cuidar e respeitar a Mãe Terra.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Vocação: discernindo o seu chamado
"Somos ministros de Deus em nosso trabalho não só quando estamos testemunhando ou falando diretamente de Jesus"
Mordomia é o cultivo dos recursos que Deus fornece. A Bíblia nos diz que um dos mais importantes que Deus nos deu foram nossos dons, aptidões, talentos e habilidades. Um dos sacramentos da igreja medieval era o Sacramento das Ordens Sacerdotais, que dividia o mundo entre “religioso” e “secular”. Aqueles que iam para o ministério em tempo integral nas igrejas como padres, monges ou freiras, estavam em um patamar espiritual completamente diferente daqueles que não iam. Um dos principais objetivos da Reforma Protestante foi suplantar essa visão com o ensinamento bíblico do sacerdócio de todos os crentes (1 Pedro 2.9). Martinho Lutero insistia que todas as formas de trabalho eram chamados que honravam a Deus. Ser um fazendeiro, um artesão ou um artista era uma vocação, um chamado de Deus, tanto quando ser um pregador. Por quê?
Todas as formas de trabalho são uma participação no trabalho de Deus
Deus criou o mundo pelo seu Espírito (Gênesis 1.1-3) e continua a cuidar e sustentá-lo pelo seu Espírito (Salmo 104.30), regando e enriquecendo-o (Salmo 65.9-13) e alimentando e suprindo as necessidades de todos os seres viventes (Salmos 145.15-16 e 147.15-20). De fato, o próprio propósito da redenção é restaurar completa e totalmente a criação material (Apocalipse 21 e 22). Deus ama tanto o mundo que criou que enviou seu Filho para redimí-lo. Esse mundo é, em si mesmo, bom; não é apenas um palco temporário para a salvação individual.
Se o Espírito Santo é não somente um pregador que convence as pessoas do pecado e da graça (João 16.8-11; Tessalonicenses 1.5) mas também um jardineiro, um artista e um investidor na criação que renova o mundo material, não é possível ser mais espiritual e próximo de Deus sendo um pregador do que ser um fazendeiro, um artista ou um bancário. Para dar apenas um exemplo, o evangelismo é um trabalho temporário, enquanto a música é um trabalho permanente. Nos novos céus e nova terra, os pregadores estarão desempregados! Em última análise, o propósito do evangelismo é buscar um mundo em que os músicos serão capazes de executar seu trabalho com perfeição.
Todas as formas de trabalho são meios de servir aos outros
Imagine quanto tempo levaria para fazer você mesmo uma cadeira. Você não teria que só cortar e moldar a madeira, mas também teria que fabricar as ferramentas. Para fazer as ferramentas, teria que buscar os minerais para fazer o metal. Levaria meses, talvez anos, para fazer todas as coisas necessárias para construir a cadeira. Quando você compartilha do trabalho dos outros, entretanto, você pode comprar uma cadeira com o dinheiro equivalente ao número de horas do seu trabalho, não com meses de esforço. Mesmo se você quiser mesmo fazer a cadeira, você pode comprar as ferramentas criadas por outros.
Qualquer trabalho, por conta dos desígnios de Deus, é um serviço. Através do trabalho, edificamos uns aos outros e nos tornamos cada vez mais ligados. Quando cristãos realizam trabalho “secular”, eles funcionam como sal e luz no mundo (Mateus 5.13-16). Agricultura e administração, babás e advogados, medicina e música – todas essas formas de trabalho cultivam, cuidam e sustentam o mundo criado que Deus fez e ama. Somos todos ministros (sacerdotes) da comunidade humana, em nome de Deus.
Trabalho é pegar o material bruto da criação de desenvolvê-lo para o bem dos outros. Músicos pegam o material bruto do som e trazem o significado artístico para nossas vidas. Fazendeiros pegam o material bruto do solo e das sementes e trazem alimento para nossas vidas. Isso significa que somos ministros de Deus em nosso trabalho não só quando estamos testemunhando ou falando diretamente de Jesus, mas quando estamos simplesmente fazendo nosso trabalho. Uma artista está servindo a Deus quando faz boa música, não apenas quando ela está cantando sobre a volta de Jesus.
Fonte:Iprodigo
terça-feira, 14 de junho de 2011
Há vida na religião ?
A religião se tem estereotipado em fórmulas frias ; as mãos mortas da tradição se estendem do passado e paralisam tudo;os lideres religiosos deixaram de ser profetas da nova era e se tornaram sacerdotes das coisas de ontem.Deus era considerado como infinito exator de meticulosa etiqueta.A figura típica e acabada de tal religião é o fariseu,em pé,no templo,dando graças a Deus,que tinha cumprido com as etiquetas religiosas e que,portanto,não era como as demais pessoas.
Apareçe,porém,da obscuridade,um camponês,e da humildade de uma oficina de carpinteiro,um homem. Quando Ele se apresentou para ser batizado às margens do rio,o Batista , tão severo e imparcial com outros ,dobra-se diante da dignidade inata deste homem e diz: " Eu é que devia ser batizado por ti,e tu vens a mim?"Havia algo naquele homem que fazia com que as melhores pessoas se sentissem pequenas comparadas com Ele.E,contudo,as pessoas mais indignas sentiram-se atraídas a Ele.Ali estava a bondade atraente,conquistadora,constrangedora.
Publicanos e pecadores dele se aproximavam,pecadores achegando-se ao Santo,porque não tinham medo de sua bondade,medo de que Ele os punisse e destruísse;eles se aproximavam!Aqui está a bondade que atrai!
Esta é a a bondade que não é meticulosa ,mas misericordiosa;não é posta num pedestal para ser adorada,mas desceu ao nivél dos humildes para servi-los.Aqui está a bondade não farisaica,mas amiga;não terrível, mas terna.E contudo,naquela ternura e bondade havia tal nobreza que fazia a consciência vibrar e tremer como folha verde,as crianças sentavam no seu colo,e contudo o pescador Pedro,homem rude do mar,sentiu sua consciência acusa-lo no momento da pesca maravilhosa e caiu de joelhos clamando: "Aparte-te de mim Senhor,pois sou um homem pecador". Em tempo algum a majestade e a humildade se fundiram e apresentaram cena mais linda que esta.
0 Se não podemos ser religiosos em termos dos ensinos de Jesus,não podemos ser verdadeiramente religiosos.É CRISTO ou nada
Apareçe,porém,da obscuridade,um camponês,e da humildade de uma oficina de carpinteiro,um homem. Quando Ele se apresentou para ser batizado às margens do rio,o Batista , tão severo e imparcial com outros ,dobra-se diante da dignidade inata deste homem e diz: " Eu é que devia ser batizado por ti,e tu vens a mim?"Havia algo naquele homem que fazia com que as melhores pessoas se sentissem pequenas comparadas com Ele.E,contudo,as pessoas mais indignas sentiram-se atraídas a Ele.Ali estava a bondade atraente,conquistadora,constrangedora.
Publicanos e pecadores dele se aproximavam,pecadores achegando-se ao Santo,porque não tinham medo de sua bondade,medo de que Ele os punisse e destruísse;eles se aproximavam!Aqui está a bondade que atrai!
Esta é a a bondade que não é meticulosa ,mas misericordiosa;não é posta num pedestal para ser adorada,mas desceu ao nivél dos humildes para servi-los.Aqui está a bondade não farisaica,mas amiga;não terrível, mas terna.E contudo,naquela ternura e bondade havia tal nobreza que fazia a consciência vibrar e tremer como folha verde,as crianças sentavam no seu colo,e contudo o pescador Pedro,homem rude do mar,sentiu sua consciência acusa-lo no momento da pesca maravilhosa e caiu de joelhos clamando: "Aparte-te de mim Senhor,pois sou um homem pecador". Em tempo algum a majestade e a humildade se fundiram e apresentaram cena mais linda que esta.
0 Se não podemos ser religiosos em termos dos ensinos de Jesus,não podemos ser verdadeiramente religiosos.É CRISTO ou nada
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Queres ser curado ? ( João5:1-15 )
Em Jerusalém,próximo à porta das ovelhas,em uma abertura no muro da cidade,havia um tanque chamado Betesda, (lugar de derramamento)a aréa onde o tanque estava era em forma trapeizodal e era cercado por quatro séries de colunas cobertas,uma em cada lado,com um quintal sobre o muro de rocha viva que separava os tanques.
Na sombra destas séries de colunas,a multidão de aflitos de todos os tipos,esperavam a oportunidade de cura.
É nesse cenário que encontramos um homem que,sofria por longos trinta e oito anos de uma enfermidade.Ele esperava todo esse tempo a sombra das colunas de Betesda.
Quero alegorizar aqui,esses trinta e oito anos de doença deste homem, aos trinta e oito anos de caminhada desnecessária dos israelitas no deserto.
Podemos ver o contraste entre a chance remota de ser curado no tanque e a palavra eficaz de Cristo.
As águas de Betesda nesse caso,tal como as nos jarros de Caná ou as águas do poço de Jacó,ilustram os ritos da religião ou mesmo a lei mosaica,contrastando com a Salvação trazida pelo evangelho.
Queres ser curado?
A pergunta parece soar estranha(Será que esse homem queria ser curado?),mas é possivél que depois de tantos anos nesta condição,o homem preferia não enfrentar o desafio de uma vida sadia normal.
A pergunta de Jesus aponta para o coração do problema.
A agua do tanque de Betesda representando a lei,mostra o caminho para a normalidade da vida(faça isso e viverás),mas não podia transmitir a vontade de escolher a vida,muito menos d dar vida em si mesma.
É maravilhoso ver a maneira firme de Jesus avaliar a disposição das pessoas,antes de continuar o seu relacionamento com Eles.
Você realmente quer ser curado?
Jesus não queria simplesmente tira-lo da esteira ,sem que antes o homem admitisse que estava pronto,para viver uma nova vida,um novo desafio.
Aqui notamos a diferença entre terapia e cura,a terapia pode manter as pessoas lidando com o problema durante anos a fio sem fazer progresso algum,mas quando Jesus enfatiza totalmente a questão: "para onde queres ir depois " :
Jesus não perde o seu tempo nem o nosso,se o coração das pessoas ainda não estiverem prontos.
O pregador Erwin Mcmanus diz que os pastores e lideres não precisam se concentrar em mudar aquilo que as pessoas crêem.Ele diz : Basicamente,todos nós acreditamos na mesma coisa.O que precisa ser mudado é aquilo com que nos "importamos",pois apenas quando nos importamos com algo estamos dispostos a entrar em ação.
Você tem que deixar de pertencer a uma sociedade enfraquecida e com péssima disposição,por causa do pecado da apatia.
Apatia no caso,um tipo cínico de preguiça,enfado e arrogância.
Há muita gente precisando ser mudada,ser curada,mas não reagem estão aborrecidas entediadas,reaja amigo e irmão,Cristo quer te colocar de pé .........Ele te pergunta..........Queres ser curado
Na sombra destas séries de colunas,a multidão de aflitos de todos os tipos,esperavam a oportunidade de cura.
É nesse cenário que encontramos um homem que,sofria por longos trinta e oito anos de uma enfermidade.Ele esperava todo esse tempo a sombra das colunas de Betesda.
Quero alegorizar aqui,esses trinta e oito anos de doença deste homem, aos trinta e oito anos de caminhada desnecessária dos israelitas no deserto.
Podemos ver o contraste entre a chance remota de ser curado no tanque e a palavra eficaz de Cristo.
As águas de Betesda nesse caso,tal como as nos jarros de Caná ou as águas do poço de Jacó,ilustram os ritos da religião ou mesmo a lei mosaica,contrastando com a Salvação trazida pelo evangelho.
Queres ser curado?
A pergunta parece soar estranha(Será que esse homem queria ser curado?),mas é possivél que depois de tantos anos nesta condição,o homem preferia não enfrentar o desafio de uma vida sadia normal.
A pergunta de Jesus aponta para o coração do problema.
A agua do tanque de Betesda representando a lei,mostra o caminho para a normalidade da vida(faça isso e viverás),mas não podia transmitir a vontade de escolher a vida,muito menos d dar vida em si mesma.
É maravilhoso ver a maneira firme de Jesus avaliar a disposição das pessoas,antes de continuar o seu relacionamento com Eles.
Você realmente quer ser curado?
Jesus não queria simplesmente tira-lo da esteira ,sem que antes o homem admitisse que estava pronto,para viver uma nova vida,um novo desafio.
Aqui notamos a diferença entre terapia e cura,a terapia pode manter as pessoas lidando com o problema durante anos a fio sem fazer progresso algum,mas quando Jesus enfatiza totalmente a questão: "para onde queres ir depois " :
Jesus não perde o seu tempo nem o nosso,se o coração das pessoas ainda não estiverem prontos.
O pregador Erwin Mcmanus diz que os pastores e lideres não precisam se concentrar em mudar aquilo que as pessoas crêem.Ele diz : Basicamente,todos nós acreditamos na mesma coisa.O que precisa ser mudado é aquilo com que nos "importamos",pois apenas quando nos importamos com algo estamos dispostos a entrar em ação.
Você tem que deixar de pertencer a uma sociedade enfraquecida e com péssima disposição,por causa do pecado da apatia.
Apatia no caso,um tipo cínico de preguiça,enfado e arrogância.
Há muita gente precisando ser mudada,ser curada,mas não reagem estão aborrecidas entediadas,reaja amigo e irmão,Cristo quer te colocar de pé .........Ele te pergunta..........Queres ser curado
terça-feira, 29 de março de 2011
" ...Se ache fiél "
1. Que se espera do mordomo cristão ?
"Além disso,requere-se nos dispenseiros que cada um se ache fiel"
(I Co 4:2)." As duas coisas requeridas aos mordomos é que sejam fiéis e prudentes(Mt 24:45),que aprendam a empregar com fidelidade e sabedoria os dons de Deus - Fidelidade para que a confiança em Deus não se transforme em auto - indulgência ; sabedoria para que os dons se convertam em todos os lucros possiveis" (T. Pierson )
2. Tem todos os mordomos as mesmas obrigações?
Sim. Apenas diferem na capacidade(Mt 25 : 15),oportunidades,privilégios e responsabilidades quanto ao depósito que lhes é confiado ; mas todos têm o dever de ser mordomo fiéis.
3. Que é importante na vida da sociedade ?
Em todas as associações é importante a fidelidade dos membros em cumprirem deveres inerentes.Na sociedade com Deus são muito importantes a administração conscienciosa de tudo o que Ele nos confiou,a distribuição honesta do seu aumento,bem como o respeito aos desejos,planos e normas do Doador.
A associação com o passado e o futuro exige fidelidade no uso dos nossos privilégios.A associação com outros no mundo ou na igreja exige mútua consideração e respeito pelos direitos alheios,a execução fiel de nossos deveres,a inteira cooperação no serviço.
4. Que deve exigir o mordomo de si próprio?
Muito da vida--Como o enriquecimento pela fidelidade à oração,leitura da Bíblia,meditação espiritual,estudo para desenvolvimento mental e até o uso da vida e do dinheiro--é de tal natureza pessoal ou privada que somente Deus e o individuo conhecem a fidelidade no seu cumprimento .Não obstante,o mordomo deve ser fiel. Deve exigir de si mesmo o uso cuidadoso de talentos e tempo, guardar o coração em boa relação com Deus(Pv4:23),conservar vivo o primeiro amor (Ap 2:4),ser zeloso em boas obras(Tt2:14) e manter interesse vital e fidelidade na mordomia.Só a própria pessoa pode exigir de si mesma estas obrigações.
5. Indicará Fidelidade o uso adequado dos bens materiais?
Sim. Se um mordomo é fiel no uso de bens materiais e na divisão com Deus do aumento, através de dízimos e ofertas, também se espera que o seja noutras fases da sua mordomia. Jesus disse: "Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito" (Lucas 16:10). O dizimo tem sido chamado a pedra de tropeço da mordomia.
6. Quem nos inspira a ser fiéis?
Como em todas as fases da vida cristã, o amor é que nos inspira à fidelidade. Se o mordomo ama a Deus será fiel em todas as coisas. O amor a Deus inspirá-lo-à a servir seus companheiros de Jornada (I João 3:14-17).
7. Qual o alcance da fidelidade na mordomia?
É tão amplo como os deveres. A fidelidade na mordomia revela-se no carácter firme e vida cristã; na adoração dum coração sincero; na contribuição feita em dízimos e ofertas para o sustento e extensão da Sua causa; e na inversão da vida e talentos - de acordo com o tempo disponível- no programa de Deus , na Sua obra e serviços a outros.
"Além disso,requere-se nos dispenseiros que cada um se ache fiel"
(I Co 4:2)." As duas coisas requeridas aos mordomos é que sejam fiéis e prudentes(Mt 24:45),que aprendam a empregar com fidelidade e sabedoria os dons de Deus - Fidelidade para que a confiança em Deus não se transforme em auto - indulgência ; sabedoria para que os dons se convertam em todos os lucros possiveis" (T. Pierson )
2. Tem todos os mordomos as mesmas obrigações?
Sim. Apenas diferem na capacidade(Mt 25 : 15),oportunidades,privilégios e responsabilidades quanto ao depósito que lhes é confiado ; mas todos têm o dever de ser mordomo fiéis.
3. Que é importante na vida da sociedade ?
Em todas as associações é importante a fidelidade dos membros em cumprirem deveres inerentes.Na sociedade com Deus são muito importantes a administração conscienciosa de tudo o que Ele nos confiou,a distribuição honesta do seu aumento,bem como o respeito aos desejos,planos e normas do Doador.
A associação com o passado e o futuro exige fidelidade no uso dos nossos privilégios.A associação com outros no mundo ou na igreja exige mútua consideração e respeito pelos direitos alheios,a execução fiel de nossos deveres,a inteira cooperação no serviço.
4. Que deve exigir o mordomo de si próprio?
Muito da vida--Como o enriquecimento pela fidelidade à oração,leitura da Bíblia,meditação espiritual,estudo para desenvolvimento mental e até o uso da vida e do dinheiro--é de tal natureza pessoal ou privada que somente Deus e o individuo conhecem a fidelidade no seu cumprimento .Não obstante,o mordomo deve ser fiel. Deve exigir de si mesmo o uso cuidadoso de talentos e tempo, guardar o coração em boa relação com Deus(Pv4:23),conservar vivo o primeiro amor (Ap 2:4),ser zeloso em boas obras(Tt2:14) e manter interesse vital e fidelidade na mordomia.Só a própria pessoa pode exigir de si mesma estas obrigações.
5. Indicará Fidelidade o uso adequado dos bens materiais?
Sim. Se um mordomo é fiel no uso de bens materiais e na divisão com Deus do aumento, através de dízimos e ofertas, também se espera que o seja noutras fases da sua mordomia. Jesus disse: "Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito" (Lucas 16:10). O dizimo tem sido chamado a pedra de tropeço da mordomia.
6. Quem nos inspira a ser fiéis?
Como em todas as fases da vida cristã, o amor é que nos inspira à fidelidade. Se o mordomo ama a Deus será fiel em todas as coisas. O amor a Deus inspirá-lo-à a servir seus companheiros de Jornada (I João 3:14-17).
7. Qual o alcance da fidelidade na mordomia?
É tão amplo como os deveres. A fidelidade na mordomia revela-se no carácter firme e vida cristã; na adoração dum coração sincero; na contribuição feita em dízimos e ofertas para o sustento e extensão da Sua causa; e na inversão da vida e talentos - de acordo com o tempo disponível- no programa de Deus , na Sua obra e serviços a outros.
Assinar:
Postagens (Atom)


