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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

" Koinonia "

Atos 2:42

 E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Nova Versão King James 
   
A fim de compreender o que significa dedicar-nos a comunhão , é preciso entender dois grupos de palavras gregas: Koinonia e seus derivados e metochos , uma palavra que se tornará importante por causa de sua relação espiritual com Koinonia .
Antes de considerar as palavras gregas, precisamos dar uma olhada em "comunhão" a partir de um dicionário de Inglês para ver o que ele pode acrescentar à nossa compreensão. De acordo com o Novo Dicionário Webster Collegiate, significa: a) companheirismo empresarial,; associação, b) a comunidade de interesse, atividade, sentimento ou experiência, ou seja, um corpo unificado de pessoas que partilha em igual valor de interesses comuns, objetivos, e características, etc, c) parceria de adesão,. A última definição tornou-se um uso obsoleto, mas é um passo importante, mostrando como nossas idéias de comunhão mudaram ao longo dos anos.
Três ideias-chave :
  1. Comunhão significa fazer parte de um grupo, um grupo de pessoas.
  2. Comunhão significa ter ou compartilhar com outras pessoas algumas coisas em comum.
  3. comunhão pode indicar uma parceria, que envolve pessoas que trabalham juntas.
Mas o que dizer da comunhão cristã de acordo com as palavras gregas para "comunhão", usado no Novo Testamento?
Koinos é a raiz da palavra, que significa "comum, mútua, do público."Ele se refere ao que é realizado em comum. Por exemplo, o grego comum falado em todo o Império Romano é chamado koiné.
Koinonia é a palavra principal que é traduzido como "comunhão".Duas principais idéias estão contidas nele: a) "para compartilhar juntos, participar juntos" no sentido de parceria ou participação, e, b) "para compartilhar com", no sentido de dar aos outros. O uso no Novo Testamento enfatiza que o que todas as partes envolvidas têm em comum é de alguma forma uma relação.
Koinonos é a forma substantiva da palavra, embora utilizado com menos freqüência no Novo Testamento, ou seja, "um sócio, associado ou companheiro." Uma palavra similar, synkoinônos , que significa "aquele que partilha com" ou "um participante", é usada em Filipenses 1:07: "Pois é certo para mim pensar isso sobre todos vocês, porque eu tenho você no meu coração , uma vez que tanto na minha prisão como na defesa e confirmação do evangelho a todos vocês tornaram-se sócios na graça de Deus junto comigo "(ênfase, NET nosso).
É fácil ver que "partilha" e "participando juntos" são fundamentais para a comunhão.
A mesma idéia é encontrada em outra palavra grega relevante  , metochos , um adjetivo, junto com seu verbo, metechô , e seu substantivo, metoche . A noção básica em todas essas palavras é "ter com" ou "ter juntos." Especificamente, metochos significa "compartilhando, participando da", e, portanto, sua forma substantiva significa "um parceiro, companheiro." O verbo, metechô, significa "tornar-se um participante de" ou "para ter uma participação dentro"
Podemos observar estes dois grupos de palavras gregas em II Coríntios 6:14 , onde o apóstolo Paulo usa-los de forma paralela:.não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos;que sociedade[metoche ?] pode haver entre a  justiça e a injustiça? E que comunhão [ koinonia ] tem a luz com as trevas? " Obviamente, estas questões não  são só retóricas.Nós sabemos que esses conceitos são opostos; eles não tem nada em comum.
- Clyde Finklea

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Reunidos em seu nome

Paulo, em suas epístolas,ensina a unidade da Igreja usando o símbolo do " um só corpo ", um organismo vivo,composto por vários membros coligados em uma indissolúvel união .  ( Rm 12:4-8 ; I Co 10:17 ,12:12 ;Ef. 1:22,23 ;2:16 , 3:1-12 , 4 :1-16 )
E porque estas escrituras ensinam que o próprio Deus instituiu esta unidade , devemos pratica-la congregando-nos simplesmente como membros de seu corpo,reunidos em o nome do Senhor Jesus Cristo somente. ( Mt 18:20 )
A intenção desse procedimento não é a de formar outra denominação ou grupo independente, mas justamente evitar esse tipo de associação a fim de dar clara expressão à preciosa verdade do único corpo. Reconhecendo que todos os que tem aceitado Cristo como seu Salvador são co-participantes de um só corpo, o nosso deseja deve ser o de ver todos os membros congregados nesta simples maneira,dando preminência à unica Cabeça do corpo, o Nosso Senhor Jesus Cristo. ( Col.1:18 )

Unidade é coisa Séria.....

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Pecado


 1 João 3:4

 Quem comete o pecado também transgride a lei, porque o pecado é transgressão da lei.

  Efésios 2:1

 E você vivificou, que estávamos mortos em nossos delitos e pecados, Nova Versão King Jame
   
É fácil para nós pensar em pecado apenas em termos de I João 3:4.É, no entanto, um bom lugar para começar. O pecado está diretamente ligado a quebrar leis. "Lei", especialmente no Antigo Testamento, freqüentemente significa o termo mais amplo "instrução". Assim, temos mais a considerar como o pecado do que apenas a quebra de uma lei específica. No entanto, o pecado não é um conceito complicado.
Inúmeros termos em Testamentos Antigo e Novo descrever o pecado, mas coletivamente todos eles dão o mesmo sentido: a desviar-se de um caminho, caminho, ou lei, para deixar de viver de acordo com um padrão. Encontramos duas dessas palavras, traduzido como "ofensas" e "pecados", em Efésios 2:1: "Ele vos deu vida que estávamos mortos em nossos delitos e pecados".
Ofensas , do grego paraptoma , significa "sair de um caminho, cair ou escorregar de lado." Quando é aplicada a questões morais e éticas que significa desviar-se do caminho certo, para passear. Pecados , do grego hamartia , é geralmente associado com o uso militar e significa "errar o alvo". Ele indica não fazer um olho de boi. Em contextos éticos e morais, que significa falhar de sua finalidade, a correr mal, ou deixar de viver de acordo com um padrão aceito ou ideal. O pecado é a incapacidade de ser o que devemos ser, e poderia ser.
Os equivalentes hebraicos de hamartia e paraptoma são chata easham , respectivamente. Em hebraico, asham mais se significa a quebra real de uma lei, em grego, é anomos . Ambos serão às vezes traduzida por "iniqüidade" ou "ilegalidade". (Veja EW Bullinger, TheCompanion Bible , anexos 44 e 128.)
Quando entendemos os termos Deus inspirou para descrever o pecado, podemos facilmente ver porque o pecado é tão universal.Porque o ladrão, assassino, bêbado, estuprador e abusador-criança são tão obviamente mal, nós prontamente concordar que eles são pecadores. Em nossos corações nós consideramos a nós mesmoscomo cidadãos respeitáveis ​​desde que fazer nenhuma dessas coisas.Estes termos, porém, levar-nos face a face com a realidade do pecado, que nem sempre é óbvia. Sin não está confinada a uma conduta externa. Às vezes é enterrado dentro de um coração e muito habilmente escondido de todos, mas o mais exigente.
O ministério não inventou o pecado, que é parte do território cristianismo cobre. Cristianismo é um modo de vida de Deus que atinge todas as facetas da vida. A idéia central do pecado é o fracasso. Pecamos quando deixamos de viver de acordo com as normas deste modo de vida que Deus estabeleceu e revelou através de seus profetas , apóstolos e de Cristo Jesus , o Revelador Chefe.
Como tal, o pecado atinge em relacionamentos conjugais, criação dos filhos , limpeza, vestuário, hotelaria , saúde, emprego, mesmo como nós dirigimos nossos automóveis. Envolve-se em toda a gama de atitudes humanas, como o orgulho , a inveja, a raiva , o ódio, a ganância, a inveja, o ressentimento, depressão e amargura. No Novo Testamento, os escritores bíblicos sempre usar hamartia em um sentido moral e ético, se descrevendo comissão, omissão, pensamento, sentimento, palavra ou ação.
- John W. Ritenbaugh

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

nossa bandeira: Setembro Celebração

nossa bandeira: Setembro Celebração: Setembro Celebração dias 7,8 e 9 de setembro,celebração do 16º aniversário da igreja evangélica Jeová - Nissi Dia 7, Pastor Denils...

terça-feira, 31 de julho de 2012

Palavras… que são talismãs




“As palavras são como as abelhas, elas têm mel e ferrão”, diz um provérbio europeu. Como transformar as palavras em armas de luta, pensaram os ladinos especialistas em guerra psicológica a serviço das esquerdas? Usando o dito acima: ferindo com o ferrão igualitário a vítima previamente anestesiada pela doçura.
Há palavras que têm qualquer coisa de mágico, de talismânico. Talismã, como se sabe, é um encanto, um amuleto. Chama-se de talismã, por exemplo, uma figa, uma ferradura, uma pedra preciosa com uns brilhos misteriosos. Nomeia-se assim, até certo ponto, a bola de cristal na qual a pitonisa pretende prever o futuro. A palavra-talismã, como um amuleto, “suscita toda uma constelação de fobias e de simpatias, de emoções contraditórias”.[1]
Por exemplo, a palavra diálogo. Assim também a palavra social. Aristóteles dizia que o homem é um animal social, portanto dá-se bem na companhia de seus semelhantes. Mas esta palavra na boca de um esquerdista toma toda uma constelação de outros sentidos, semi encobertos, que vão além de seu significado original, e podem preparar os espíritos para as palavras socialismo e comunismo. Essa palavra passa a constituir “um como que talismã a exercer sobre as pessoas um efeito psicológico próprio”.
Outro exemplo: que quer dizer “cansaço social”? A expressão é encontradiça na mídia, mas não tem significado definido.
Por vezes é um conjunto de palavras, como por exemplo o lema da Revolução Francesa: Liberdade, Igualdade, Fraternidade. É quase indescritível o grau de combustão a que tais palavras levaram. Vale citar o dito de Madame Roland ao ir para a guilhotina: “liberdade, liberdade, quantos crimes se praticam em teu nome!” Há também expressões deste gênero, como “direitos humanos”, “politicamente correto”, “classes subalternas” etc.
Dou alguns exemplos contemporâneos de palavras-talismã: ecológico, ambiental, sustentável; discriminação, globalização, ecumenismo, diálogo, homofóbico… Fica bonito para alguns usar esses termos, ainda que não conheça bem seu sentido. Ou melhor, seus sentidos, pois tais palavras têm um sentido literal, e depois vários sentidos paralelos. Muitas vezes, para quem as ouve demonstram que a pessoa com quem conversa está ao par das últimas. “Quem as usa deve ser um homem atualizado, que conhece as coisas. Vou ouvi-lo com mais atenção”, pensa um ingênuo.

O PNDH-3 (Terceiro Plano Nacional de Direitos Humanos), é abundante de palavras-talismã em seu interior. Como um amuleto, elas exercem sobre as pessoas um efeito psicológico próprio, muito importante para a divulgação pela mídia das ideias, principalmente as da esquerda…
A palavra-talismã cria sentidos sugestivos, insinuantes, e às vezes uma insinuação pode ser mais convincente que toda uma argumentação. Ela “suscita toda uma constelação de fobias e de simpatias, de emoções contraditórias”.[2] E possui ressonância publicitária. Diz mais do que o mesmo expresso com clareza e é muito apta a levantar dúvidas infundadas.
Existem também xingatórios talismânicos. Por exemplo, o de “reacionário” um tanto fora de moda. E o de “medieval”, que corre o risco de ser um título de honra para o destinatário…
Cuidado com as palavras que são talismã....
                                                                                                   Leo Daniele

segunda-feira, 16 de julho de 2012

GOVERNO FALTA COM A PALAVRA E PROMOVE O ABORTO



Em um texto aprovado em reunião extraordinária de 23 de junho o presidente da comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1, Dom Benedito Simão, bispo de Assis (SP), assinou um texto denunciando que, ao contrário das promessas feitas pela então candidata Dilma Rousseff de não promover o aborto no Brasil, o governo brasileiro vem aprovando medidas que poderiam resultar, na prática, na sua aprovação irrestrita.
Segundo recorda o texto da Comissão: “No dia 16 de outubro de 2010, a então candidata a Presidente da República, Dilma Rousseff, assinou uma carta de compromisso na qual afirmava: “Sou pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual sobre o assunto. Eleita Presidente da República, não tomarei a iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família”.
Entretanto, no mesmo mês de outubro de 2010, o Diário Oficial da União publicava a prorrogação, até fevereiro de 2011, do termo de cooperação Nº 137/2009, assinado alguns dias antes pelo governo Lula, criando no Ministério da Saúde um grupo de “estudo e pesquisa para despenalizar o aborto no Brasil e fortalecer o SUS”. Um novo termo de cooperação Nº 217/2010 foi publicado no Diário Oficial do dia 23/12/10 para criar um “grupo de estudo e pesquisa para estudar o aborto no Brasil e fortalecer o SUS”. Do nome do grupo foi retirado o termo “despenalizar”, mas os demais nomes e detalhes são os mesmos que favorecem a agenda abortista.
Este novo termo de cooperação foi prorrogado através de nova publicação no Diário Oficial de 22/12/11 e novamente prorrogado com publicação no Diário Oficial de 09/01/12 para vigorar até 30/08/12, já durante o governo Rousseff.
“Se a Presidente Dilma fosse coerente com o que escreveu na carta de 16 de outubro, logo eleita, acabaria com este grupo de estudo e pesquisa. Mas não foi isto que ela fez”, denuncia o texto.
A escolha de Eleonora Menicucci para o gabinete da Presidente Dilma também foi criticada.
“Em fevereiro deste ano, a Presidente Dilma designou a socióloga Eleonora Menicucci para Ministra da Secretaria de Políticas das Mulheres. A nova Ministra, que também integra o grupo de estudo sobre o aborto, fez apologia do mesmo, relatou ter-se submetido pessoalmente duas vezes a esta prática e afirmou que levaria para o governo sua militância pelos “direitos sexuais e reprodutivos das mulheres” como afirmou o Jornal A Folha de São Paulo em sua edição de 07-02-2012.
“As decisões e os atos de uma pessoa falam mais alto do que as palavras faladas ou escritas. Com a designação de Eleonora Menicucci como Ministra das Políticas para as Mulheres, a Presidente Dilma rasgou a carta de 16 de outubro de 2010, pois entrou em contradição com o compromisso assumido naquele documento”, assevera o texto da comissão em defesa da vida do regional Sul 1 que corresponde ao estado de São Paulo.
Talvez a denúncia mais grave do texto seria o fato que o governo brasileiro “estaria implantando, através do Ministério da Saúde, uma nova estratégia, desenvolvida pelos promotores internacionais do aborto, para difundir esta prática, burlando a lei sem, por enquanto, modificá-la”. Segundo esta estratégia, “o sistema de saúde passará a acolher as mulheres que desejam fazer aborto e as orientará sobre como usar corretamente os abortivos químicos, garantindo em seguida o atendimento hospitalar, e serão criados centros de aconselhamento para isso”.
Segundo declarações da Ministra Menicucci à imprensa orientar as mulheres às clínicas de aborto não constitui um delito, Para a ministra, “somente é crime praticar o próprio aborto”, “não é crime orientar uma mulher sobre como praticar o aborto”.
“Como coroamento de todo este trabalho de difusão da prática do aborto, mesmo deixando as leis como estão, o Correio Braziliense, do dia 9 de junho, noticia a possibilidade por parte do Ministério da Saúde de liberar para o público a venda de drogas abortivos, atualmente em uso somente nos hospitais”, denuncia ainda o texto assinado pelo bispo de Assis (SP).
“De fato, esta é a política da Presidente Dilma: incentivar e difundir o aborto, favorecendo os interesses de organismos internacionais que querem impor o controle demográfico aos países em desenvolvimento, mesmo se isto leva a Presidente a desrespeitar a vontade da maioria do povo brasileiro, que é contrária ao aborto, e a infringir as mais elementares regras da democracia”.
“Não queremos que a Presidente Dilma faça pronunciamentos por palavras ou por escrito, queremos fatos:
1. A demissão imediata da Ministra Eleonora Menicucci da Secretaria das Políticas para as Mulheres.
2. A demissão imediata do Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, que está coordenando a implantação das novas medidas a serem tomadas por esse Ministério.
3. O rompimento imediato dos convênios do Ministério da Saúde com o grupo de estudo e pesquisa sobre o aborto no Brasil”.

GOVERNO DILMA FALTA COM A PALAVRA E PROMOVE O ABORTO

No dia 16 de outubro de 2010, a então candidata a Presidente da República, Dilma Rousseff, assinou uma carta de compromisso na qual afirmava:
"Sou pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual sobre o assunto. Eleita Presidente da República, não tomarei a iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família”.
Em 4 de outubro de 2010, o Diário Oficial da União publicava a prorrogação, até fevereiro de 2011, do termo de cooperação Nº 137/2009, assinado alguns dias antes pelo governo Lula, criando no Ministério da Saúde um grupo de “estudo e pesquisa para despenalizar o aborto no Brasil e fortalecer o SUS”.
Se a Presidente Dilma fosse coerente com o que escreveu na carta de 16 de outubro, logo eleita, acabaria com este grupo de estudo e pesquisa. Mas não foi isto que ela fez.
Um novo termo de cooperação Nº 217/2010 foi publicado no Diário Oficial do dia 23/12/10 para criar um “grupo de estudo e pesquisa para estudar o aborto no Brasil e fortalecer o SUS”. Do nome do grupo foi retirado o termo “despenalizar”, mas os demais nomes e detalhes são os mesmos. Este novo termo de cooperação foi prorrogado através de nova publicação no Diário Oficial de 22/12/11 e novamente prorrogado com publicação no Diário Oficial de 09/01/12 para vigorar até 30/08/12.
Em fevereiro deste ano, a Presidente Dilma designou a socióloga Eleonora Menicucci para Ministra da Secretaria de Políticas das Mulheres. A nova Ministra, que também integra o grupo de estudo sobre o aborto, fez apologia do mesmo, relatou ter-se submetido pessoalmente duas vezes a esta prática e afirmou que levaria para o governo sua militância pelos “direitos sexuais e reprodutivos das mulheres” (Folha de São Paulo, 07-02-2012) expressão eufemística para abrir espaço ao direito ao aborto. Ela também declarou ter participado na Colômbia de um curso de autocapacitação para que pessoas não médicas pudessem praticar o aborto pela técnica da aspiração manual intra-uterina (Estado de São Paulo, 13-02-2012).
As decisões e os atos de uma pessoa falam mais alto do que as palavras faladas ou escritas. Com a designação de Eleonora Menicucci como Ministra das Políticas para as Mulheres, a Presidente Dilma rasgou a carta de 16 de outubro de 2010, pois entrou em contradição com o compromisso assumido naquele documento.
Os jornais Folha de São Paulo, Estado de São Paulo e Correio Braziliense noticiaram, na primeira semana de junho deste ano, que o governo Dilma, quebrando todas as promessas feitas, estaria implantando, através do Ministério da Saúde, uma nova estratégia, desenvolvida pelos promotores internacionais do aborto, para difundir esta prática, burlando a lei sem, por enquanto, modificá-la. Segundo esta estratégia, o sistema de saúde passará a acolher as mulheres que desejam fazer aborto e as orientará sobre como usar corretamente os abortivos químicos, garantindo em seguida o atendimento hospitalar, e serão criados centros de aconselhamento para isso (Folha de São Paulo, 06-06-12).
Na última semana de maio a Ministra Eleonora Menicucci afirmou à Folha de São Paulo que “Somente é crime praticar o próprio aborto, mas que o governo entende que não é crime orientar uma mulher sobre como praticar o aborto” (Folha de São Paulo, 06-06-12).
Ainda, segundo a imprensa, estaria sendo elaborada uma cartilha para orientar as mulheres na realização do aborto com segurança (Estado de São Paulo, 07-06-12). Estaria também sendo elaborada, por parte do Ministério da Saúde, uma nova Norma Técnica sobre os cuidados do pré-aborto, sendo que os do pós-aborto já estão garantidos por Norma Técnica anteriormente publicada (Correio Braziliense, 09-06-12).
Como coroamento de todo este trabalho de difusão da prática do aborto, mesmo deixando as leis como estão, o Correio Braziliense, do dia 9 de junho, noticia a possibilidade por parte do Ministério da Saúde de liberar para o público a venda de drogas abortivos, atualmente em uso somente nos hospitais.
De fato, esta é a política da Presidente Dilma: incentivar e difundir o aborto, favorecendo os interesses de organismos internacionais que querem impor o controle demográfico aos países em desenvolvimento, mesmo se isto leva a Presidente a desrespeitar a vontade da maioria do povo brasileiro, que é contrária ao aborto, e a infringir as mais elementares regras da democracia.
Não queremos que a Presidente Dilma faça pronunciamentos por palavras ou por escrito, queremos fatos:
1. A demissão imediata da Ministra Eleonora Menicucci da Secretaria das Políticas para as Mulheres.
2. A demissão imediata do Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, que está coordenando a implantação das novas medidas a serem tomadas por esse Ministério.
3. O rompimento imediato dos convênios do Ministério da Saúde com o grupo de estudo e pesquisa sobre o aborto no Brasil.
como vamos acreditar na palavra desse governo......Deus nos ajude....e faça expresso o seu repudio. 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O Homem que não abriu mão de nada !

"{outro valente foi} Sama,filho de Agé,o hararita,quando os filisteus se ajuntaram numa multidão, onde havia um pedaço de terra cheio de lentilhas, e o povo fugira de diante filisteus. Este, pois, se pôs no meio daquele pedaço de terra, e o defendeu, e feriu os filisteus; e o Senhor operou um grande livramento"
                                    
                                                                                II samuel 23:11-12


                                                     




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   Entre os valentes de Davi arrolados em 2 Samuel 23, também está Sama. O seu grande feito foi firmar uma posição enquanto outros fugiram. Para ele, a opção óbvia teria sido seguir  a maioria. Porém Sama ousou ficar ainda que solitário!
   Como os demais, Sama poderia ter considerado a questão uma causa perdida: "Afinal, o que um único israelita poderia fazer contra tantos filisteus?" Porém, na força que Deus supre ele firmou posição e alcançou uma grande vitória. Que exemplo e que estímulo para os crentes desencorajados de hoje! Aqui aprendemos o que Deus pode fazer mediante um indivíduo cujo coração  lhe é integralmente consagrado. Se houver tão somente um indivíduo que não foge da questão, então Deus estará ao lado dele.
  Sama venceu a batalha estabelecendo-se sobre o pouco que ainda restara das derrotas prévias. Somos frequentemente recordados do fato que os crentes têm  fracassado em render o seu testemunho coletivo para Deus em meio a este mundo. E sabemos, da Palavra de Deus que este testemunho não poderá ser restabelecido ao estado original. Em virtude disto muitos nem estão mais dispostos a assumir posição por coisa alguma e correm em varias direções  seguindo pós  toda sorte de coisas. Ao final. no entanto, verifica-se que não perseveram em mais nada. Este, contudo, não é o caminho de Deus.
  Não se deixe desencorar pelo declínio entre o povo de Deus ! faça o que fez Sama: estabeleça-se com "ambas pernas" sobre aquilo que ainda restou após as derrotas - e você alcançará
 vitória! Nunca é tarde demais para se tomar posição em fervor de Deus e Sua verdade.
    Havendo um indivíduo tomando um posição firme, este virá a ser um elemento referencial para agregar outros. Quando um cristão alcança uma vitória, outros serão encorajados por meio dela. Ao menos deveria ser assim , pois todos deveríamos nos alegrar pelos êxitos dos outros.
    O que caracterizou Sama foi bem isto: por uma questão relativamente pequena - um campo de lentilhas_ ele não se poupou de empenhar-se numa grande luta.tratava-se, afinal, das lentilhas do povos de Deus; e o inimigo não deveria tomá-las.
   O lema de Sama era "não abrir mão de nada!". Iremos deparar com dificuldades justamente ali onde imaginamos estar estabelecidos. Os filisteus intentam roubar-nos< se possível justamente aquelas bênçãos e recursos espirituais das quais temos maior necessidade. E então somente alcançaremos a vitória e se nos dedicarmos à luta!
    Não pensemos nunca que alguma porção da verdade seja de menor importância; pois, neste caso, uns abrirão mão desta, e outros daquela, Não. Cabe-nos defender toda a verdade, mesmo que, como Sama,     estejamos inicialmente sós. 

terça-feira, 5 de junho de 2012

Deixemos que Deus opere...


"Estava enfermo um certo homem,Lázaro de Betânia.........Mandaram as irmãs de Lázaro dizer a Jesus: Senhor,está enfermo aquele a quem tu amas" (João 11:1-3)

Diz-Nos  Tiago, na sua Epístola "Pedis, e não recebeis , porque pedis  mal, para o gastardes em vosso prazeres" (Tiago 4:3). E ocorre-nos uma pequena história que ilustra bem esta verdade:
 "Preciso de azeite - disse um homem um certo dia, e plantou no seu jardim um oliveira nova.
  -"Senhor - diz ele, orando -é preciso chuva, para que as raízes desta oliveira sejam regadas e cresçam 
envia ois, uma boa chuvada".
E o senho enviou uma boa chuvada.
-" Senhor -orou o homem - a minha arvore tem necessidade  de calor. Envia sol, eu te suplico"
E o sol brilhou 
 -"Agora, Senho envia uma geada para fortificar as fibras da minha arvore".
 E eis que a arvorezinha se mostrou brilhante, inteiramente coberta de geada. Mas durante a noite,ela morreu!
 O homem dirigiu-se então a casa de um seu vizinho para lhe contar a sua estranha história.
 -"Eu também plantei uma árvore pequenina -responde-lhe o vizinho - e vê como ela cresce! È que eu
 confiei-a aos cuidados do meu Deus. aquele que a fez sabe o que lhe faz falta melhor do que uma cristura
como eu.
 Não Lhe ditei o que ele devia fazer. Disse-Lhe apenas:
".Senhor, envia agora tudo aquilo de que a arvore tem necessidade: tempestade, sol ,vento, chuva ou gelo.   foste Tu que a fizeste, tu conheces as suas necessidades".
 Não é verdade, amigos cristãos, que, com demasiada frequência nas nossa orações, nos ditamos a Deus
 as nossas vontades ? Quantas vezes nos terá parecido difícil dizer: "Faça-se o que tu queres, Senhor,
 e não o que eu quero".

segunda-feira, 28 de maio de 2012

A nocividade da calúnia

1- O perigo


Um conhecido cristão declarou,em certa ocasião: "Duas coisas me deixam admirado.Primeira; a solenidade com que a Bíblia adverte contra os pecados da difamação e da maledicência. Segunda; a leviandade com que muitos cristãos os toleram ". É raro encontrarmos nas escrituras uma linguagem tão severa quanto a que ela emprega com respeito ao uso da língua.
Ela é comparada a uma fagulha que pode incendiar uma floresta inteira.É como o leme,que,mal conduzido,pode lançar um navio contra as rochas,não obstante estar cheio de valentes guerreiros;é como o veneno,que pode contaminar o corpo inteiro;é como o animal selvagem,o ser humano não consegue domesticar (Tg 3:4-8).
Ora,espera-se do verdadeiro cristão que ele não profira uma calúnia.E não se prontifique a ouvi-la. O padrão, na verdade é que ele até se recuse a aceitar afronta contra o seu próximo (Sl 15: 3c).
Portanto,se alguém,que tem reputação de passar adiante coisas como se fossem verdade,vier lhe contar num boato a respeito de um amigo,você será imediatamente confrontado com o dever de ser honesto consigo mesmo,com seu amigo e com DEUS. Antes de permitir que a pessoa fale recorde-a que o seu Mestre lhe recomendou ter cuidado com tudo que ouvir (Mc 4:24). Você então  poderá fazer à pessoa estas duas perguntas: "Se eu ouvir essa informação,isso irá ajudar o meu amigo ausente ?; Deus será glorificado com isso ?".
Mas agora vamos presumir que você tomou conhecimento de algo que deponha contra alguém.Então o seu dever é seguir o que está escrito em Deuteronômio 13:12-14.
Esta passagem revela quão justos Deus quer que sejamos com relação a qualquer pessoa a respeito de quem circule alguma notícia.Ele diz ao seu povo que,se ouvirem falar que algumas pessoas estão introduzindo a idolatria na terra,eles devem fazer três coisas: inquirir,informar-se e perguntar com diligência.
Se após a investigação for constatado que a notícia é verdadeira e que tal abominação de fato , aconteceu,então devem tomar uma atitude.
Quantos corações feridos e lares desfeitos poderiam ser salvos se esse conselho de céu fosse  sempre seguido !
Uma irmã sábia tinha um bom método para lidar com os boateiros.Sempre que lhe contavam alguma coisa que denegrisse alguém,a sua resposta invariavelmente era: "Venha ,vamos la  saber se isso é mesmo verdade". O efeito às vezes era tristemente engraçado,o fofoqueiro voltava atrás,gaguejava uma correção ou implorava que ela não tomasse o que fora dito como uma afirmação.Mas ela se mostrava inflexível. Levava  o propagador de escândalos à presença da pessoa difamada a fim de comparar as informações.Isso fazia com que ninguém se aventurasse segunda vez a contar fofoca a essa irmã.
Mas se a informação for verdadeira? Mesmo que comprovada,com a repetição desnecessária você estará violando a lei cristã do amor.


2- O remédio


A primeira coisa a reconhecer é que essa é uma tarefa que por esforço próprio,não conseguiremos cumprir -- " Nenhum homem pode domar a língua "  No entanto,aquilo não podemos fazer DEUS pode: renove o propósito de sujeitar-se ao controle dele,e então procure um lugar sossegado,onde possa ficar a sós com Ele,quando poderá tomar as seguintes resoluções:

a)    Jamais falar mal de ninguém (Tt 3:2)

Em juízo críticos feitas na ausência ,não vá além do que você diria se a pessoa estivesse presente.
Depois que Platão deixou Siracusa pela ultima vez,desgostoso com a crueldade de Dionisio,o jovem,esse tirano,apreensivo com a própria reputação na Grécia,disse: " Devo presumir,Platão,que quando você retornar para os seus companheiros da academia,as minhas falhas serão muitas vezes o alvo de sua censura ". Ao que o grande filósofo replicou: " Eu espero,Dionisio,que nunca fiquemos tão perdidos em nossos assuntos a ponto de precisarmos mencioná-los ".

b)    Em nossos círculos de comunhão,devemos desencorajar severamente os fofoqueiros.

Sobre uma mesa na casa de Agostinho,havia uma inscrição:  "Aquele que tem prazer em difamar os ausentes,saiba que esta mesa lhe está vetada".

c)     Sempre cultivar bons pensamentos a respeito de todos (Fm 6)

Quando um homem mede a si mesmo na presença de Deus,e quando olha para os seus companheiros de peregrinação através dos olhos do Mestre,ele irá se sentir como um certo poeta quando declarou: "Existe tanto o bem no pior de nós quanto existe o mal no melhor de nós".
Em I Corintios 13,o maravilhoso capítulo do amor,temos uma cura positiva para todas as coisas desagradáveis nas quais eventualmente temos pensado. Devemos ler eventualmente essa passagem de joelhos!
Façamos de Salmos 141:3 a nossa oração diária:
         Põe guarda,Senhor,à minha boca;vigia a porta dos meus lábios (ERA)

E do salmo 34 a nossa prática cotidiana:

          Quem é o homem que deseja a vida, quem quer largos dias para a ver o bem?
           Guarda a tua língua do mal e os teus lábios de falarem o engano (vs.12 e 13)

                                                              
                                                                        ( extraído de Praying Brethren Mail)

segunda-feira, 5 de março de 2012

Lição do Conselho Constitucional da França




Ives Gandra Martins

Idêntica questão proposta ao Supremo Tribunal Federal sobre a união entre pessoas do mesmo sexo foi colocada ao Conselho Constitucional da França, que, naquele país, faz as vezes de Corte Constitucional.
Diversos países europeus, como a Alemanha, Itália, Portugal têm suas Cortes Constitucionais, à semelhança da França, não havendo no Brasil Tribunais exclusivamente dedicados a dirimir questões constitucionais em tese, embora o Pretório Excelso exerça simultaneamente a função de Tribunal Supremo em controle difuso, a partir de questões pontuais de direito constitucional, e o controle concentrado, em que determina, “erga omnes”, a interpretação de dispositivo constitucional.
Pela Lei Maior brasileira, a Suprema Corte é a “guardiã da Constituição” – e não uma “Constituinte derivada” -, como o é também o Conselho Constitucional francês: apenas protetor da Lei Suprema.
Ora, em idêntica questão houve por bem o Conselho Constitucional declarar que a união entre dois homens e duas mulheres é diferente da união entre um homem e uma mulher, esta capaz de gerar filhos. De rigor, a diferença é também biológica pois, na união entre pessoas de sexos opostos, a relação se faz com a utilização natural de sua constituição física preparada para o ato matrimonial e capaz de dar continuidade a espécie. Trata-se, à evidência, de relação diferente daquelas das pessoas do mesmo sexo, incapazes, no seu contato físico, porque biologicamente desprovidas da complementariedade biológica, de criar descendentes.
A Corte Constitucional da França, em 27/01/2011, ao examinar a proposta de equiparação da união homossexual à união natural de um homem e uma mulher, declarou: “que o princípio segundo o qual o matrimônio é a união de um homem e de uma  mulher, fez com que o legislador, no exercício de sua competência, que lhe atribui o artigo 34 da Constituição, considerasse que a diferença de situação entre os casais do mesmo sexo e os casais compostos de um homem e uma mulher pode justificar uma diferença de tratamento quanto às regras do direito de família”,entendendo, por consequência, que: “não cabe ao Conselho Constitucional substituir, por sua apreciação, aquela de legislador para esta diferente situação”.Entendendo que só o Poder Legislativo poderia fazer a equiparação, impossível por um Tribunal Judicial, considerou que “as disposições contestadas não são contrárias a qualquer direito ou liberdade que a Constituição garante”.
Sem entrar no mérito de ser ou não natural a relação diferente entre um homem e uma mulher daquela entre pessoas do mesmo sexo, quero realçar um ponto que me parece relevante e que não tem sido destacado pela imprensa, preocupada em aplaudir a “coragem” do Poder Judiciário de legislar no lugar do “Congresso Nacional”, que teria se omitido em “aprovar” os  projetos sobre a questão aqui tratada.
A questão que me preocupa é este ativismo judicial, que leva a permitir que um Tribunal eleito por uma pessoa só substitua o Congresso Nacional, eleito por 130 milhões debrasileiros, sob a alegação de que além de Poder Judiciário, é também Poder Legislativo, sempre que considerar que o Legislativo deixou de cumprir as suas funções. Uma democracia em que a tripartição de poderes não se faça nítida, deixando de caber ao Legislativo legislar, ao Executivo executar e ao Judiciário julgar, corre o risco de se tornar ditadura, se o Judiciário, dilacerando a Constituição, se atribua poder de invadir as funções de outro.
E, no caso do Brasil,nitidamenteo constituinte  não deu ao Judiciário tal função, pois nas “ações diretas de inconstitucionalidade por omissão” IMPÕE AO JUDICIÁRIO, APESAR DE DECLARAR A INÉRCIA CONSTITUCIONAL DO CONGRESSO, intimá-lo, sem prazo e sem sanção para produzir a norma.
Ora, no caso em questão, a Suprema Corte incinerou o § 2º do art. 103, ao colocar sob sua égide um tipo de união não previsto na Constituição, como se poder legislativo fosse, deixando de ser “guardião” do texto supremo para se transformar em “Constituinte derivado”.
Se o Congresso Nacional tivesse coragem poderia anular tal decisão, baseado no artigo 49, inciso XI da CF, que lhe permite sustar qualquer invasão de seus poderes por outro poder, contando, inclusive, com a garantia das Forças Armadas (art. 142 ‘caput’) para garantir-se nas funções usurpadas, se solicitar esse auxílio.
Num país em que os poderes, todavia, são de mais em mais “politicamente corretos”, atendendo o clamor da imprensa – que não representa necessariamente o clamor do povo -, nem o Congresso terá coragem de sustar a invasão de seus poderes pelo Supremo Tribunal Federal, nem o Supremo deixará, nesta sua nova visão de que é o principal poder da República, de legislar e definir as ações do Executivo, sob a alegação que oferta uma interpretação “conforme a Constituição.” A meu ver, desconforme, no caso concreto, pois contraria os fundamentos que embasam a família (pais e filhos), como entidade familiar.
É uma pena que a lição da Corte Constitucional francesa de respeito às funções de cada poder, sirva  para um país, cuja Constituição e civilização – há de se reconhecer – estão há anos luz adiante da nossa, mas não encontre eco entre nós.
Concluo estas breves considerações de velho professor de direito, mais idoso do que todos os magistrados na ativa no Brasil, inclusive da Suprema Corte, lembrando que, quando os judeus foram governados por juízes, o povo pediu a Deus que lhes desse um rei, porque não suportavam mais serem pelos juízes tutelados (O livro dos Juízes). E Deus lhes concedeu um rei.
*IVES GANDRA DA SILVA MARTINS, é advogado tributarista, professor e prestigiado jurista brasileiro; acadêmico das: Academia Internacional de Cultura Portuguesa, Academia Cristã de Letras e Academia de Letras da Faculdade de Direito da USP; Professor Emérito das universidades Mackenzie, CIEE/O, ECEME e Superior de Guerra – ESG; Professor Honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia); Doutor Honoris Causa da Universidade de Craiova (Romênia) e Catedrático da Universidade do Minho (Portugal).

sábado, 3 de março de 2012

Legalismo. (atos 15:1:21)

"....Salvos pela graça do Senhor Jesus " (11)

A mensagem do evangelho parece surpreender! Como é que DEUS nos pode amar,perdoar e aceitar, sem que antes nós nos submetemos e determinadas regras? Assim, acontece que pessoas bem intencionadas começam acrescentar algo além da simples resposta de arrependimento e fé que DEUS exige. Vejamos como quatro lideres importantes enfrentaram semelhante problemas, sendo que Paulo e Barnabé possivelmente deram contribuição mais cara (1-4,12).

- Confrontação direta (2)- nunca fácil, mas às vezes necessária.

 - Viagem dispendiosa (3)- mas valeu a pena

 - Franqueza (4)- sem conspirar, conversaram francamente antes do debate.

-Comprovação de experiência (12)- não era possível negar o que DEUS fazia.

-Apoio  (7-11): Pedro e Paulo nem sempre estavam de acordo, mas neste momento difícil Pedro deu todo o apoio a Paulo

- Sabedoria de dirigente (13-21). Tiago resume:
a) Com o apoio das escrituras (15-18). Os ouvintes judeus precisavam do lembrete.

b) Com cuidado para com os gentios (19). Não podiam dificultar as coisas.

c) Com cuidado para com os judeus (20). Não podiam ofender o judeu.

O resultado foi uma conclusão sábia, pacíficas e definitiva. Custou tempo, trabalho e humildade. Como poderemos agir de forma semelhante?

  

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

"Deixai vir a mim as crianças, porque delas é o Reino dos Céus" (Mt 19:13-15)


"Deixai vir a mim as crianças, porque delas é o Reino dos Céus"
Para refletirmos sobre a leitura de hoje devemos nos colocar no lugar de cada personagem que faz parte deste evangelho. Primeiro podemos nos ver como as pessoas que "levaram crianças a Jesus, para que impusesse as mãos sobre elas e fizesse uma oração". Entretanto, muitas vezes ao invés de sermos canais de graça e de nos responsabilizarmos pela vida destas pequenas crianças (sejam elas nossos filhos ou alguma criança que visitamos em hospitais e orfanatos) somos iguais aos discípulos que pensam ser os donos da verdade e que sabem o que é o melhor para cada situação, agindo com repreensão e arrogância. Quantas vezes estas atitudes estão presentes em nossas casas, faltando o cuidado, o zelo e o amor e sobrando a repreensão desmedida, a autoridade exagerada e a arrogância que o falso poder traz consigo. Sigamos então, agora, o exemplo de Jesus que com sublime amor diz:"Deixai as crianças e não as proibais de vir a mim, porque delas é o Reino dos Céus".  Jesus conhece o íntimo dos corações e constantemente está a interceder e orar por nós, com suas mãos santas impostas e desejando que sejamos iguais as crianças: inocentes, puras, sem rancor, orgulho, ódio ou julgamento. Simplesmente vivendo o amor e a alegria; chorando nas quedas mas aceitando uma mão amiga para levantar e andar novamente, aceitando amigos sem interesses e reconhecendo o amor no olhar dos pais.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Quando os lobos atacam as ovelhas


 
Por Hernandes Dias Lopes
O apóstolo João, em sua segunda carta, versículos 7 a 11, fala acerca de três perigos que a igreja enfrenta em relação aos falsos mestres e enganadores, que como lobos, espreitam as ovelhas de Cristo. Os falsos mestres sempre existiram e sempre procuraram se infiltrar no meio do rebanho para atacar as ovelhas. Esses enganadores negam, por exemplo, as verdades essenciais da fé cristã, como a encarnação de Cristo e sua morte vicária na cruz. Eles têm o mesmo espírito do anticristo e vêm para preparar seu caminho (2Jo 7). Esses lobos nem sempre colocam as unhas de fora. Na maioria das vezes, travestem-se de ovelhas para entrar no aprisco e devorá-las. Que cautela a igreja precisa ter? Quais são os perigos que precisamos evitar para não sermos atacados por essa alcateia de lobos?
1. O perigo de tornar atrás (2 Jo 8). 
João alerta aos crentes para ficarem atentos a fim de não retrocederem e não perderem aquilo que foi realizado com esforço pelos verdadeiros obreiros de Deus. Quem retrocede na fé, quem escuta a voz dos falsos mestres e quem se afasta da igreja do Deus vivo para dar ouvidos às heresias perniciosas dos falsos mestres rifa sua própria alma no balcão do engano. O apóstolo João recomenda cautela, pois os falsos mestres não se apresentam como tal. Eles vêm com voz suave. São simpáticos, atraentes, bons comunicadores. Parecem sempre estar na frente, trazendo revelações novas e espetaculares. Mas, sorrateiramente ou mesmo explicitamente negam as verdades fundamentais da fé cristã e desconstroem os pilares do cristianismo. Seguir esses aventureiros é desviar-se da fé, é mergulhar na escuridão da mentira de Satanás e colocar os pés no caminho largo que conduz à perdição.
2. O perigo de ir além (2 Jo 9). 
Os falsos mestres sempre ficam aquém das Escrituras ou vão além delas. Eles ultrapassam a doutrina de Cristo. Não têm a Palavra de Deus como única regra de fé e prática. Acrescentam à Bíblia alguma nova revelação. Ao fazerem isso, negam a veracidade e a suficiência das Escrituras. Negam também a Pessoa e a obra perfeita e completa de Cristo. Negam a salvação pela graça e introduzem mentiras perniciosas, fazendo-as passar pela última verdade a que todos os homens devem se render. O apóstolo Paulo já havia alertado aos crentes da Galácia que ainda que um anjo de Deus viesse do céu para pregar outro evangelho, além daquele que foi pregado, deveria ser rejeitado veementemente. Só há um evangelho. Só há uma mensagem salvadora. Buscar outros caminhos, outras fontes e outras revelações é cair num abismo trevoso, é desviar-se da verdade, é apostatar-se da fé.
3. O perigo de ir junto (2 Jo 10,11). 
O apóstolo João é enfático em dizer que não podemos receber em nossa casa aqueles que trazem em sua bagagem a falsa doutrina, aqueles que negam nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo como nosso único e suficiente Salvador e Senhor. Não podemos dar as boas vindas a esses lobos travestidos de ovelhas, pois fazer isso é tornar-se cúmplice de suas obras más. Os falsos mestres são incansáveis em sua jornada de morte. Eles são itinerantes. Batem de porta em porta e buscam sempre uma oportunidade para enredar alguém com sua astúcia. A única forma de mantermos esses lobos fora do aprisco, longe das ovelhas e distante da nossa casa é firmarmo-nos na verdade. Sem o conhecimento das Escrituras, não teremos discernimento necessário para distinguir entre o lobo e a ovelha, entre a verdade e a mentira, entre o verdadeiro evangelho e o falso evangelho. Nesse tempo em que a sociedade organizada, por meio de suas mais respeitadas instituições, conspiram contra os valores espirituais e morais que devem reger a família. Nesse tempo em que florescem como cogumelo novas seitas bem como novas igrejas introduzindo novidades estranhas às Escrituras, arrebatando multidões aos seus redutos, precisamos nos acautelar e dar ouvidos à exortação do apóstolo João: Não torne atrás! Não vá além da doutrina! Não caminhe junto com os falsos mestres!